O HOMEM QUE NÃO SABIA CONTAR HISTÓRIAS

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O homem que não sabia contar histórias, de Rodrigo Barbosa, percorre os caminhos trilhados pelo protagonista em busca das respostas propostas por um enigma do fundo da xícara. E, enquanto desenvolve um plano para aprender como contar uma história - e romper seus limites existenciais -, José Brás vai ter que aprender como viver uma história na vida real. Neste percurso, a narrativa constroi-se como um romance de descoberta pessoal. Com um mistério a decifrar e uma história de amor, a trama atravessa história recente do Brasil. “Ao traçar o perfil do Brasil moderno e de sua história recente, Rodrigo Barbosa cria figuras ora grotescas, caricaturais, farsantes, ora delicadas como Cecília, cuja grandeza não é percebida pelo mundo. Por delicadeza ela perde sua vida. Ao contrário, a libertária, up to date Juliana a ganha. O autor conserva as melhores características da literatura do século XX (sutileza, ambivalência) e ressuscita, com grande estilo, o folhetim do século XIX, criando uma atmosfera quase circense”, afirma a professora e escritora Rachel Jardim, que assina a orelha do livro. As buscas de José Brás são acompanhadas pelos ângulos de três diferentes vozes narrativas. O leitor conhece o plano imaginário de Brás, através do seu caderno, em que ele escreve a história a contar – e, com ela, passeia por referências do Brasil contemporâneo, como o Golpe de 64, o exílio, o desbunde, a bomba do Riocentro, a campanha das Diretas. A narrativa na primeira pessoa oferece a perspectiva do protagonista da história. E o plano “real”, narrado na terceira pessoa, acompanha as suas peripécias diante da investigação de um caso misterioso. A história sonhada e a história real se entrecruzam ao longo do romance. Com forte presença da canção brasileira na narrativa histórica, O homem que não sabia contar histórias é ambientando em Juiz de Fora, cidade natal do autor. Rachel Jardim faz um paralelo entre o romance e o conto Os Mortos, que integra Os Dublinenses, de James Joyce: “Embora marcantemente dublinenses, ou juiz-de-foranos, os personagens de Joyce e os de Rodrigo se assemelham no espantoso esforço de viver seu dia a dia sem ter consciência da grandeza deste esforço. Mesmo se metendo em heróicas empreitadas de revoluções e farsas desonestas, são quase todos pueris, e é essa puerilidade que os salva. No Parque Halfeld, protegidos do sol sob a sombra de uma árvore, ou saídos das águas pardas do Paraibuna, ou caminhando na ponte O’Connell debaixo da neve, revelam suas cidades, seu mundo e sua maneira de viver. Saem das sombras iluminados pela luz forte e perene da grande literatura."

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